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julho 14, 2010

Rapidinha. Fazer ou não fazer? Eis a questão.

Filed under: Atitude — Dsconcerto @ 17:51
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Uma dúvida me consome: Vale a pena uma rapidinha pra “desanuviar” as tensões ou não?

Conversando com um amigo esses dias, ele revelou que, se não há como “transar por completo”, prefere não dar a rapidinha…

Choquei!!! Achava que homem não negava fogo desse jeito, ainda mais se a parceira estiver dando total condição.

Tentando se explicar, ele disse que, a famosa rapidinha só satisfaz ao homem, já que o prazer na mulher exige um pouco mais de ação e ele gosta de satisfazer a mulher por completo… Se é que me entendem.

Convenceu??? A mim, não.

Olha, eu encaro a rapidinha sem preconceitos, mas claro que não sempre. Também prefiro um sexo completo, como esse meu amigo disse, mas quando o tesão está em nível elevado e o motel há quilômetros de distância, uma rapidinha vale. E como vale.

Não sei se sou muito moderna ou maluca ao extremo, só não “racionalizo” demais o sexo e a vontade de fazer. Se estou com vontade, falo e faço ou faço e falo. É simples.

Gosto do sexo pelo sexo e não como tratamento para os males causados pela insanidade própria ou mundial. Embora algumas pessoas precisem considerar a hipótese de sexo como medicamento… abafa.

Só o que precisa mesmo é ter cuidado com o local, porque vai que você está numa praia dessas… Achando que ninguém os observa e… né? Lembra da Cicarelli? Então.

E aí, vocês são contra ou a favor da rapidinha?

Beijinhos,

Beth Nóbrega.

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